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sábado, 28 de novembro de 2009

CAPELA-ESCOLA DE BOM JESUS MOSSORÓ

A comunidade do sítio Bom Jesus era formada por ribeirinhos do rio Mossoró, cujos habitantes, a época, sobreviviam da agricultura, da pesca, da caça e da produção de peças artesanais feitas de palha da carnaúba, como chapéus, esteiras e outros tantos produtos. Levavam uma vida simples e pacata. A assistência religiosa era dada pelos padres Paulo, Miguel e Estevam, que residiam na capela do Sagrado Coração de Jesus. Por falta de espaço próprio, as celebrações eram feitas na residência da senhora Luzia Mundé.

Com o crescimento da comunidade, os referidos padres conclamaram a população a se engajarem numa campanha em prol da construção de uma capela. A ideia apresentada pelos padres foi aceita de pronto, passando todos a se empenharem para a criação da comissão, procurando apoio inclusive de pessoas de comunidades vizinhas. Os moradores mais antigos ainda lembram de nomes de pessoas que se destacaram nessa campanha, como foi o caso do Sr. Zé Ananias, Pedro Lima, Sr. Anísio, José Augusto Soares, Sr. Caetano, Luiz Gonzaga e Raimundo Nonato.

Com os recursos arrecadados na campanha, com a ajuda coletiva, e a orientação dos bondosos padres, a construção da pequena capela foi iniciada. E em 7 de novembro de 1953, num sábado, a população assistiu, com grande orgulho, a inauguração da capela, que serviria não só de templo religioso como espaço para eventos sociais e educacionais. Tanto assim que na fachada da capela aparecia, em letras de alto relevo, o título: "Capela-Escola do Bom Jesus". Essa inauguração se deu com a celebração de uma missa pelo padre Mota, ao mesmo tempo em que era realizada a primeira eucaristia e a catequização de alguns jovens da comunidade.

E cumprindo o seu papel social, aquela capela passou a servir de escola, a única na comunidade, onde os jovens puderam ser alfabetizados, tendo como diretora a senhora Maria Nazaré. Essa escola funcionou na capela de 1953 a 1958.

Até o ano de 1996, a comunidade assistia missas e novenas, cujos celebrantes os moradores ainda guardam seus nomes na memória, como é o caso dos padres Mota, Netinho, Sátiro, Guimarães, Janedson, Rierdson e tantos outros.

Mas com o desenvolvimento da cidade e respectivo crescimento populacional, a pequena capela já não atendia as necessidades do, agora bairro de Bom Jesus. A Diocese de Mossoró providenciou a construção de uma igreja maior e mais confortável, onde atualmente é prestado o serviço religioso católico. E a velha capelinha, que tanto serviu no passado, ficou abandonada à mercê do tempo.

Hoje o que resta são apenas ruínas. Paredes descascadas pelo tempo e um teto que ameaça cair a qualquer momento. As portas e janelas estão em pedaços. E a população do Bom Jesus pede socorro. A antiga e tradicional capelinha ainda hoje é reverenciada por toda a população do bairro e não merece o fim que está tendo. Se já não tem serventia como templo religioso, que se preserve sua memória transformando-a num espaço cultural.

É com esse intuito que o Sr. Luiz Pereira da Costa, que no bairro é conhecido por Cale, na qualidade de presidente do Conselho Comunitário do Bom Jesus, pede a ajuda de todos. Vamos novamente dar as mãos e restaurar o prédio da querida capelinha. Não vamos deixar que a poeira do tempo apague mais esse marco histórico, cultural e religioso do bairro Bom Jesus.
FONTE - ARTIGO DO HISTORIADOR GERALDO MAIA, PÚBLICADO NO JORNAL O MOSSOROROENS (17/10/1872), EDIÇÃO O DIA 29/11/2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

PADRE GUIDO TONETTO,


PADRE GUIDO TONETTO, nasceu, na província de Veneza, no dia 03 de fevereiro de 1920. Seus pais José Tonelotto e Maria Sandro. Foi ordenado dia 29 de junho de 1948 , no Instituto Teológico Salesiano, da província de Pádoa- Itália. Pe Guido entra na Congregação, em 1939. Depois de 7 anos, de fecundo apostolado na Itália, vem para o Brasil, no ano de 1955. Aqui desempenha a função de 1º Diretor do Colégio de Carpina- Pe que naquele tempo era também aspirante.
Reconhecendo as suas grandes qualidades espirituais e administrativas, os Superiores o nomearam sucessivamente Diretor do Colégio do Carmo, em Belém do Pará e do Colégio Dom Bosco, em Manaus. Nesses 3 lugares onde passou como Diretor de Colégios Salesianos, Pe Guido, desempenhou o seu ministério com muito zelo sacerdotal e foi chamado pelos superiores maiores da Itália. Aí ocupou também o cargo de Diretor de mais um colégio Saleniaso, na província de Verona.
Mas o desejo mais forte do Padre Guido era trabalhar no Brasil, servindo aos pobres e necessitados, sobretudo aos menores abandonados. Vem para Natal e presta serviços, como Diretor do Colégio São José. Depois de alguns anos, o Centro de Formação de Leigos para América Latina, Roma precisava de um Diretor com a rica experiência e o vasto conhecimento do nosso continente. Nenhum salesiano, melhor que Pe Guido recebeu convite especial do bispo de Mossoró, Dom Gentil, para trabalhar na Diocese de Mossoró. Pe Guido veio para Mossoró no ano de 1973. Trabalhou por 4 anos como Pároco de Martins e 21 anos como Páraco de São José, em Mossoró. Foi o inspirador , fundador e diretor do Projeto Esperança. Faleceu na cidade de Mossoró no dia 11 de novembro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

IGREJA EVANGÉLICA DO BETEL BRASILEIRO DE APODI

A igreja Igreja Evangélica do Betel Brasileiro em Apodi, foi fundada no dia 14 de março de 1987, por Maria da Salete Costa de Oliveira, Raimundo Souza de Oliveira, Marta da Costa e Silva Duarte, Mirian Costa de Oliveira, Marta Michelly Costa de Oliveira, Maria Patrícia Costa de Oliveira e Sara Lene da Costa e Silva Duarte.
Os primeiros cultos realizados no templo foram nos dias 14 e 15 de março de 1987, através dos seminaristas Eli Rodrigues e Tereza Luchesi. Nesse tempo a igreja já contava com treze membros e vinte e oito agregados. Sendo o primeiro batismo realizado no templo da Igreja Batista nesta cidade no dia 2 de agosto de 1987, pelos pastores: Severino Gomes da Silva e Josafá Ferreira dos Santos.
Em novembro de 1986, o pastor Severino Gomes da Silva, seguindo orientação do Instituto Bíblico Betel Brasileiro, fez sua primeira visita regional para averiguação da obra e confirmou que o Instituto Bíblico Betel Brasileiro assumiria a obra definitivamente no território apodiense. Em fevereiro de 1987 a seminarista Tereza Luchesi realizou um abençoado ministério de evangelização ganhando as primeiras almas para o reino de Deus. O primeiro ganho para Cristo foi Francisco Chagas, e com o desenvolvimento, foi necessário à solicitação ao Instituto Bíblico Betel Brasileiro de um obreiro com tempo integral.
Em entendimento entre a irmã Maria da Salete Costa Oliveira e missionária professora Lídia Almeida de Meneses, ficou determinado que o aluno provisionado Eli Rodrigues estaria visitando o campo em caráter de escala semanal dando assistência a esta obra, o qual ainda permanece recebendo a partir desta data a licenciatura ao pastorado da Igreja.
Nesses mais de 20 anos de atuação o Ministério Betelino em Apodi, desenvolveu um excelente trabalho na área sócio-educacional, com a fundação do Centro Social Beneficente George Marinho Costa, que manteve convênio com a Visão Mundial, atendendo a 200 crianças e adolescentes pelo sistema de apadrinhamento, tendo como país de apoio os Estados Unidos e a Escola Evangélica Betel, que atendeu a mais 800 alunos no período de janeiro de 1990 a dezembro de 2004, a referida escola foi mantida pela Visão Mundial e por um Convênio com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte.
Aos longos desses anos, passaram por este abençoado ministério diversos homens de Deus- Pastores, que deram continuaram o trabalho que começou no coração do Senhor. Poderíamos aqui mencionar alguns deles: Pr. Antonio Silva, Pr. Damião Pereira, Pr. Raimundo José Linhares, Pr. Saulo de Castro Batista e atualmente temos como líderes, o Pr. Agnaldo Lopes e a Mis. Ana Cláudia.
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

PADRE AMÉRICO SIMONETTI

ASSU - 21/12/1929 - MOSSORÓ,05/10/2009
PE. AMÉRICO SIMONETTI - HÁ 50 ANOS UM ARAUTO DA FÉ(PUBLICADO NO DIA 10.12.2006 - JORNAIS "O POTI" -CADERNO CIDADES PÁG.07 E "GAZETA DO OESTE " CADERNO CIDADES PÁGINA 08)


É motivo de júbilo, para todos que o conhecem, a passagem dos cinquenta anos de sacerdócio do Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, assuense, filho do professor Alfredo Simonetti e de Dª.Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti, ele, nascido em 21.12.1929. Desde os 10 anos de idade, já órfão de pai, havia recebido de ambos a prática da religiosidade, sendo irmão de um outro sacerdote, o Pe. Alfredo, e de uma freira do amor divino, Irmã Angelina, ambos já falecidos. São igualmente religiosos praticantes os seus outros irmãos José Nazareno, Salete e João Batista. Ingressou no Seminário de Santa Terezinha, em Mossoró, posteriormente cursando Teologia e Filosofia, no Seminário Central de São Leopoldo - RS. Ordenou-se e celebrou sua primeira missa, em sua terra natal, em 02.12.1956, assumindo o serviço catequético da Paróquia, no auxílio ao saudoso Monsenhor Júlio Alves Bezerra, tendo impressionado, de logo, ao bispo da época, Dom Elizeu Simões Mendes.Com a sua transferência para Mossoró, no início do ano de 1962, e já se vão 44 anos, traz consigo, como bandeira de trabalho, a instalação de uma emissora de rádio católica para dar propagação à mensagem da igreja, até então levada através dos púlpitos dos altares e das amplificadoras de som, estas últimas já no desuso em cidades de médio e grande portes. Como estudante do Colégio Diocesano Santa Luzia, acompanhei a sua destemida luta, sendo eu próprio escalado por Padre Sátiro Dantas, diretor do Colégio e outro grande nome do clero no Estado, para, no âmbito estudantil, ajudá-lo. Principalmente no que diz respeito à aliança de recursos financeiros que tornassem viável a consecução do projeto. Afora as ajudas individuais das paróquias e fiéis, Padre Américo contou, apenas, com o sorriso carinhoso e santo de Dom Gentil Diniz Barreto, bispo diocesano, que passou a gostar da novidade, mas serenamente lhe parecia de difícil alcance. Desde a criação da Diocese, em 28.07.1934, aparecia então a melhor ideia para difundir a fé.Padre Américo, depois de uma hercúlea faina só possível aos de fé, testemunhou em 02.04.1963, como seu diretor superintendente, a Rádio Rural de Mossoró ser inaugurada pela mais alta autoridade da nação - o presidente da República João Belchior Marques Goulart. Passou este veículo de comunicação a realizar uma inaudita colaboração de evangelização e alfabetização, de Macau a São Miguel e Pau dos Ferros, de Alexandria a Aracati-CE, preenchendo uma lacuna no Movimento de Educação de Base - MEB , criando programas de informação, de religiosidade e de entretenimento. Bastaria a Rural para justificar o seu testemunho pela doutrina. E se nos falta hoje o santo Dom Gentil, já no convívio dos céus, vivos estão Euclides Moraes, François Paiva, Emery Costa, Seu Mané, Donato de Castro, José Nilson Rodrigues, Neuza Medeiros, Zilda Gê, além de, em nome da própria Sé, Padre Sátiro e o bispo emérito Dom José Freire, para citar alguns dos que o acompanharam na grande batalha.Com o surgimento dos Secretariados Diocesanos, de sua lavra, surge o trabalho de Cáritas, conduzindo a missão de atender com alimentos os alojados no numeroso bloco da exclusão social, já nos anos sessenta, distante ainda do advento do atual bolsa-família, levando-lhes, à frente de tudo, a palavra de Deus. A criação do Clube da Juventude, no anexo do Santuário do Coração de Jesus, onde hoje funciona a Cúria Diocesana, para encaminhar os mais jovens na larga estrada preconizada pelo Pai, foi outro notável serviço do seu ministério. Como vigário geral da Diocese, e como pároco de Santa Luzia, substituindo ao inesquecível catarinense - culto e profundo na religião - Monsenhor Huberto Brunning, a quem a cidade tanto ficou devendo, Padre Américo se houve com dinamismo e sem fadiga, continuando a dar brilho e encantamento à festa da nossa excelsa padroeira, virgem, mártir e heroína. Testemunhei, em algumas oportunidades, ele num mesmo dia celebrar missas em Itaú e Areia Branca, depois de fazer o seu "Comentário da Rural" e despachar assuntos inadiáveis na Cúria, sendo um incansável, obstinado em tudo que diz respeito à Igreja, até como motorista do carro que o conduzia para tantos eventos e compromissos religiosos.Na casa dos meus pais, ainda na minha juventude, foi uma presença marcante. Sempre disponível, principalmente nas nossas horas mais difíceis, como na morte prematura e trágica de um irmão meu, no vigor dos 17 anos de idade, no grave e penoso acidente de uma irmã, menina nos seus 14 anos, na angústia torturante da funesta doença e, posterior, morte dos nossos ascendentes, Padre Américo nos ajudou com uma palavra firme de fé, atenuando o nosso sofrimento e nos remetendo à resignação. A ele recorri várias vezes, uma delas para ministrar o meu matrimônio com Niná, sua conterrânea, amiga e admiradora, e no batismo do neto-filho Pedro Henrique, e o sacerdote sempre disposto a me reassentar. Eu, que desde a primeira comunhão em 1953 - sou católico fervoroso e praticante. Conheço outros exemplos, onde ele exerceu o mesmo ofício em centenas de lares. Padre Américo era, e continua sendo, a igreja presente na casa do cristão.O seu desprendimento pelos valores materiais é inconteste. A sua prática não indica qualquer contradita a minha assertiva. Em 1968 foi um dos luminares que deu a sua rica biografia para, como docente no Curso de Letras, criar a Universidade Regional do Rio Grande do Norte, tendo, em algumas oportunidades, o seu nome cotado para ser reitor, e até lançado pelo povo pobre, forte candidato a prefeito municipal, nunca tendo aceito tais nobrezas. Tanto assim que, passados alguns anos, deixou a cátedra e o salário (hoje aposentadoria) que tanta falta lhe faz na velhice, precisando da atenção de um irmão sanguíneo para ter uma modesta casa onde, futuramente, venha a descansar. A Deus e aos homens ele sempre servirá.No evangelho - João 12.24.26 - encontramos Jesus dizendo "Quem se apega a sua vida, perde-a; mas quem não se apega a sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna". Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, com os possíveis defeitos que lhe queiram atribuir, - pois ele é humano - guardou a sua vida para a eternidade. Há 50 anos é um arauto da fé.

Padre Américo faleceu na cidade de Mossoró no dia 5 de outubro de 2009, segunda feira

sábado, 29 de agosto de 2009

ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA CARIDADE E LUZ

Fundada em 23 de Julho de 1997 Inscrita no CNPJ sob o nº 05.039.739/0001-20, Reconhecida de utilidade publica em tres nives,no dia 23/05/2002,foi Reconhecida como de Utilidade Publica Municipal pela Lei de Nº 004/2002 e dia 21/07/2004 Pela Lei Estadual de Nº 8536/2004 e no dia 13/12/2005,Foi Reconhecida como de Utilidade Pública Federal e Publicada no Diário Oficial da União no dia 16/12/2005. Fica localizada na Rua Bom Jesus, na cidade de Severiano Melo

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

JESUS,SANTA LUZIA,DEUS E SÃO JOÃO

JESUS CRISTO

JESUS CRISTO
NOSSA ESPERANÇA DE DIAS MELHORES
NOSSA SANTA
NOSSA SANTA
SANTA LUZIA
SANTA LUZIA
A PADROEIRA DE MOSSORÓ E OESTE POTIGUAR

SÃO JOÃO
SÃO JOÃO


FAMÍLIA SAGRADA - JESUS, MARIA E JOSÉ

FAMÍLIA SAGRADA - JESUS, MARIA E JOSÉ
PADROEIRO DE TENENTE ANANIAS

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PARÓQUIA DE TOUROS - RN













A Matriz que ainda conserva o estilo colonial, foi construída em 1798, por Manoel Dias de Assunção, que fez doação do patrimônio.

Paróquia criada pela Resolução da Assembléia Geral Legislativa de 5 de setembro de 1832, com o nome de Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Navegantes do Porto de Touros, desmembrada da Paróquia de São Miguel de Extremoz, tendo padroeiro o Sr. Bom Jesus dos Navegantes. A Paróquia tem uma área geográfica extensa, englobando os municípios de Touros, Pureza e São Miguel do Gostoso, com aproximadamente 45 mil paroquianos. Ao todo são: a Matriz, construída entre 1798 e 1800 e 60 capelas. Já passaram pela paróquia 62 padres. O primeiro pároco foi o Pe. José Ignácio de Brito, e o atual é o Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior. A Paróquia é animada pelas pastorais da Comunicação, da Criança, da Juventude, da Liturgia, do Dízimo, da Família, da Saúde, do Menor, Pastoral Missionária e Pastoral da Catequese, além de movimentos como a RCC, Focolari e Escoteiros, e serviços como o ECC e Banda de Música. Também conta com grupo de acólitos, o Apostolado da Oração e a Legião de Maria. Dentre os trabalhos sociais, destaca-se a Pastoral da Criança. Os Conselhos Pastoral e Administrativo, que se reúnem uma vez por mês, ajuda o Pároco na condução administrativa da Paróquia. A Paróquia recebeu visita pastoral do Arcebispo Dom Heitor em março de 1998.

Escudo da Paróquia - O escudo apresenta símbolos que marcam a tradição da fé e a história da cidade de Touros e da Paróquia do Bom Jesus dos Navegantes, criado pelo Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior em dezembro de 1999.
O BARCO do Bom Jesus é o andor que tradicionalmente transporta o Divino Bom Jesus crucificado até a praia deste imenso mar que Touros tem.
O BARCO está sobre as ÁGUAS, em movimento, mostrando o movimento da caminhada Pastoral nos grupos pastorais, serviços e movimentos que se fortalecem na ROCHA “O TOURINHO” que é um conjunto de rochas negras que tem como nome geográfico “Falésia” situado na praia de Touros em visível lugar ao leste do nosso extenso litoral.
Conta-se que este belo conjunto rochoso nos presenteou batizando nossa cidade com seu nome (Touros) e mostra as seguintes versões:
1. Através da presença de Bois sobre as rochas vista pelos colonizadores Portugueses e daí teria surgido o nome “Touros”.
2. Através de uma homenagem dos colonizadores Fenícios que por aqui também vieram, pois sua capital (da Fenícia) chamava-se “Tiro” que derivado ou aportuguesado saiu o nome Touros.
3. Antigamente esta rocha apresentava o formato de um “Touro” e visto à distância pelos pescadores quando voltavam de seu trabalho (a pesca), em cima disto deram a este pequeno “povoado” o nome Touros, é esta a versão mais aceita pelos moradores e historiadores que aqui vem.
Esta pedra nos faz lembrar Jesus que confiou ao apóstolo Pedro a sua igreja, dizendo “Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja”.
O MARCO DE TOUROS Chanfrado aqui em Touros no ano de 1501 por ocasião do descobrimento do Brasil por Gaspar de Lemos, neste Marco está gravado a Cruz de Malta da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, e o Brasão do antigo Reinado Português. Por muitos séculos foi expressão de fé popular para os primeiros moradores de Touros. Hoje o MARCO está na Fortaleza dos Reis Magos em Natal sua réplica no Km 0 da BR 101 em Touros.
O FAROL como luz que ilumina toda a caminhada pastoral, tendo Cristo como luz que ilumina e nos convida à iluminar o mundo. “Vós sois a luz do mundo!” Este FAROL localizado na Ponta do Calcanhar “Esquina do Brasil” contendo 62 metros de altura e seus 298 degraus. Seu foco de luz chega a atingir 22 milhas náuticas o que corresponde a 132 km de distância ao longo do mar, iluminando aqueles que por ele navegam. Foi construído no ano de 1908 e passou por uma reforma no ano de 1945 após a 2ª Guerra Mundial e passou a servir também aos aviadores com seu formato de Tronco Piramidal. Assim como tantos se norteiam por este Farol, também nossa Paróquia deve se nortear pela luz de Cristo salvador. Todos estes símbolos: BARCO, ROCHA, ÁGUAS, FAROL, MARCO estão dentro de um círculo ondulado mostrando que na diversidade das pastorais, serviços e movimentos, todos formam um só rebanho, onde o Bom Jesus é o único Pastor que conduz a todas para o PAI.

PARÓQUIA DO CORAÇÃO DE JESUS - NATAL

Fundada no dia 13 de janeiro de 1963 a paróquia do Sagrado Coração de Jesus passava a ser a oitava casa Redentorista do nordeste. A criação se deu decorrente de estímulos provenientes do Pe. G. Tiago Clom então secretário da C.R.B., tendo como padres fundadores: João Afonso Sterke e Bento Dashorst, sendo o Arcebispo de Natal na época Bom Eugênio Sales.

Instaurada no bairro de Morro Branco foi considerada uma área pastoral compreendendo toda a zona sul da cidade; apresentando como limites a Av. Salgado Filho e no outro extremo a praia de Pirangi. Desmembraram-se da paróquia do SCJ as comunidades de São João Batista (Lagoa Seca), Santo Afonso (Mirassol) e Nossa Senhora da Candelária (Candelária) de modo que a primeira ficou sob orientação espiritual da paróquia durante 25 anos. No ano de 1965 iniciou-se a construção da Igreja Matriz, hoje situada a Av. Antonio Basílio, no bairro de Morro Branco.

Durante os anos 70–94 a paróquia cresceu de forma considerável, esse aumento populacional se deu devido ao surgimento da cidade universitária. O crescimento foi acompanhado pela construção de capelas pertencentes à paróquia em outros bairros. Atualmente a população estimada da paróquia é de 25 mil habitantes, tendo as seguintes capelas e comunidades: Nossa senhora da Imaculada Conceição (Potilândia), Santo Antônio (Lagoa Nova), São Geraldo ( Nova Descoberta), Nossa Senhora das Vitórias (Potiguar), Matriz do Sagrado Coração de Jesus (Morro Branco) e Casa da Criança (Nossa Senhora das Graças) atualmente administrada pelas irmãs da caridade, e assitida pelo Monsenhor Geraldo Ribeiro de Almeida.

Desde o ano de sua criação até os dias atuais passaram pela administração da paróquia os seguintes párocos:

- Pe. Bento Dashorst, C.Ss.R. ( 1963)
- Pe. João Afonso Sterke, C.Ss.R. (1963/1964)
- Pe. Alexandre Sprakel, C.Ss.R. (1964/1967)
- Pe. Adriano Backx, C.Ss.R. (1967)
- Pe. Geraldo Pennock, C.Ss.R. (1967/1968)
- PE. Gerard Hubert Pio Hansgens, C.Ss.R. (1968 até 2003)
- PE. Gerson Aparecido dos Santos, C.Ss.R. (2003 até 2006)
- PE. Eugênio Alexandre Gomes de Sousa, C.Ss.R. (desde 29/01/2006)

PARÓQUIA CRISTO RESSUSCITADO - NATAL

Histórico da Paróquia Cristo Ressuscitado

A história eclesial da Paróquia do Cristo Ressuscitado teve início em 05 de janeiro de 1980, com o lançamento da pedra fundamental da Igreja Matriz de Santa Rita de Cássia. Era o primeiro passo para a criação da maior Paróquia de Natal, até então ligada a Paróquia de Candelária. Foram saudáveis aquelas experiências sob o pastoreio do Pe. Antonio Vilela Dantas.

Inicialmente a Liturgia Eucarística era celebrada na varanda das casas, depois a improvisação do templo na antiga Associação dos Moradores. A celebração do mês de maio, com a imagem de Nossa Senhora de guardada nas residências. Os círculos bíblicos, os primeiros grupos da Campanha da Fraternidade, o Natal em Família, era tudo realizado casa a casa, rua a rua. Era o fervor da alegria cristã que estimulava cada pessoa a fazer sua parte, apesar de suas diferenças, cada um tentando se adaptar a uma realidade, com suas opiniões, ora fraternas, ora intocáveis, outras vezes, irreverentes, carismáticas, mas todos em comum lutando pelo mesmo objetivo construindo a própria história religiosa.

Antes nesse período, foi escolhido o primeiro grupo de Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística: Misael, Antonio, Hozana, Otília, Lindomar, Elita, Clélia, Belchior e Viridiano. Foi fundada a Pastoral da Catequese, sendo Hozana a primeira catequista. Foi formado o primeiro Conselho Paroquial tendo como presidente instalador o sr. Misael. O grupo cristão muito estimulado por Pe. Antonio Vilela Dantas lutou pela construção do Templo que foi recebido com uma missa festiva no dia 05 de abril de 1981, onde houve batizados, benção das chaves das residências e dos automóveis. Não demorou muito o entusiasmo do grupo cair à terra, quando já planejava a criação da Paróquia, o teto da igreja desmoronou no dia 07 de abril de 1981.

Enquanto a igreja era construída, Santa Rita de Cássia foi escolhida como Padroeira da Matriz, sendo sua imagem levada à igreja numa carreata festiva no dia 22 de agosto de 1981. Data esta que deu origem às primeiras festas alusivas à padroeira da Matriz.

A luta do Pe. Antonio Vilela para criar a paróquia foi um trabalho de dedicação permanente, já que a igreja estava pronta. A escolha do seu padroeiro foi sugerida por alguns leigos que foi Santa Rita, enquanto outros propunham Cristo Ressuscitado; sendo definido em eleição a primeira como padroeira da Matriz e Cristo Ressuscitado de toda a Paróquia no dia 12 de março de 1982. Foi nomeado o primeiro vigário o Pe. José Mário de Medeiros que, com seu entusiasmo, deu continuidade ás ações de seu antecessor, além de instalar propriamente algumas atividades básicas para o encaminhamento catequético, como: Grupo de Jovens Renascer, fruto da primeira jornada preparatória para a Crisma; realização do primeiro ECC, criação das primeiras pastorais: Liturgia, Batismo, Matrimônio, Crisma, Idoso e Enfermo.

Com o progresso do trabalho pastoral apoiado pelo então pároco, a Igreja tornou-se pequena, sendo necessário ampliá-la. Mas uma vez os paroquianos uniram-se em função da sua Igreja. Juntos ao Pe. José Mário conseguiram reformá-la, aumentando 11 metros, inclusive construindo o coro e a torre. Ainda no paroquiato do Pe. José Mário foi alcançada verba para a construção do Centro Pastoral, não sendo possível efetivá-la, uma vez que o mesmo teve que se afastar da Paróquia para realizar um curso de pó-graduação em Línguas em Roma. Para substituí-lo foi nomeado no dia 04 de julho de 1988 o vigário Pe. Edmilson Ribeiro que, com dedicação e amor ao trabalho pastoral conseguiu no decorrer dos tempos conquistar seus paroquianos e juntos desenvolverem um plano de ação coletiva quer no campo social quer no espiritual.

Quanto empenho e quanta dedicação dos mais diversos grupos da Paróquia para levar a frente um projeto de evangelização que atingisse as diversas faixas etárias: a catequese infantil estimulada pela Missa das crianças, o apoio aos diversos grupos de jovens como: MEJ, SEGUE_ME, GRÃO DE MOSTARDA, GEDIDIÁ. A Pastoral Rural com um extraordinário trabalho junto às comunidades São Paulo, em Pium. A evolução do Grupo Carismático Maria Santíssima e Grão de Mostarda. Há também uma preocupação social em realizar obras que beneficiem a Paróquia como um todo, portanto, preocupou-se na construção do Centro Pastoral e da Casa Paroquial, realizou reformas na Igreja Matriz, construção das Capelas de Pium, Pirangi do Norte, na Comunidade São Paulo Apostolo construindo um salão comunitário com gabinete odontológico e a capela de Hortigranjeira.

Ser comunidade, viver como irmão, é saber compartilhar e participar revela que a Paróquia do Cristo Ressuscitado assumiu sua vida pastoral e integrou-se ao contexto arquidiocesano como uma Paróquia viva e capaz de realizar o plano de Deus no meio em que está inserida.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

PADRE ANTENIUS S. C. F.

Nasceu a 25 de setembro de 1931 e faleceu no dia 10 de janeiro de 2004. Ordenou em 30 de novembro de 1959

segunda-feira, 13 de julho de 2009

PARÓQUIA DE SANTA RITA - SANTA CRUZ

FONTE: SITE DA PARÓQUIA DE SANTA RITA - SANTA CRUZ
Em 1835 as Assembléias Provinciais, instituídas por decreto legislativo, criavam Paróquias.

A povoação de Santa Cruz nas suas necessidades espirituais recorria, em procura de um sacerdote, a Cuité/PB, lugar mais próximo e muitas vezes não conseguia. Assim foi resolvido pelo povo enviar à Assembléia Provincial, em 1835, um abaixo assinado pedindo a criação da Paróquia de Santa Cruz.

O parecer que era assinado pelos deputados: Pe. Antônio Xavier Garcia de Almeida, Pe. Pedro José de Queiroz e Sá e o Pe. Tomaz Pereira de Araújo, foi submetido à aprovação do plenário da Assembléia Legislativa nos dias 12, 13 e 16 de março de 1835, sendo sancionado pelo Presidente da Província, nos termos seguintes:


Lei 24 de 27 de março de 1835, eleva a categoria de Matriz a capela de Santa Rita, ereta na povoação de Santa Cruz da Ribeira do Trairí, e designa os limites.

Basílio Quaresma Torreão, Presidente da Província do Rio Grande do Norte; Faço fazer a todos seus habitantes que a Assembléia Legislativa Provincial Decretou e eu Sanciono:

Art. I – Fica elevada a categoria de Matriz a capela de Santa Rita, ereta na povoação de Santa Cruz da Ribeira do Trairí do município desta cidade.

Art. II – Os seus limites serão, pelo poente, os da Freguesia e Município de Acari; pelo norte, os da Freguesia da Cidade, com a freguesia e município de Extremoz até a do Potengí Pequeno. Por onde seguirá a divisão para nascente e daí do Potengí Pequeno em rumo a Caiçara de baixo inclusive no rio Trairí, e esta a Fazenda Carrapateira inclusive no rio Jacu, servindo o rio da parte d’quem de divisão com a Freguesia de Goianinha; para o sul, todo o terreno que pertencer a esta Província até encontrar com os limites do Acarí.

Art. III – O seu pároco perceberá os mesmos benesses e molumentos que percebem os da freguesia limítrofes, enquanto não houver lei em contrário.

Mando portanto a todas as autoridades, e quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer, que a cumpram e façam cumprir imediatamente como nela se contém. O secretário da Província a faça imprimir, publicar e correr. Cidade do Natal aos 27 de março de 1835, décimo quarto da Independência do Império.

Com a criação da Paróquia, a lei n° 31 de 30 de março de 1835, da Assembléia Legislativa, determinou que a freguesia de Santa Rita ficasse pertencendo ao município de São José de Mipibú, com exclusão da parte que está dentro do município de São Gonçalo e da que pertence a Goianinha.

O primeiro administrador paroquial foi o Pe. João Soares da Veiga Albuquerque e Almeida que esteve à frente da Paróquia no período de 1º de agosto de 1836 até 1840. Durante sua história, a Paróquia de Santa Rita de Cássia foi administrada por cerca de 25 padres. Atualmente está à frente da administração paroquial, o Pe. Aerton Sales da Cunha, que foi empossado no dia 14 de setembro de 2003.



Vigários de Santa Cruz desde o início da Paróquia

Pe. João Soares da Veiga Albuquerque e Almeida – 1836 a 1840

Foi ordenado na década de trinta em Olinda. Criada a Paróquia de Santa Cruz, em 1835, por lei provincial, o Bispo Diocesano nomeou o Pe. João da Veiga, o primeiro vigário encarregado, a 1º de agosto de 1836 até 1840. Nas assinaturas de termos de batizados lemos isto: “Pe. João Soares da Veiga Albuquerque e Almeida, vigário encomendado da Matriz de Santa Rita de Cássia do Trairí.”

Pe. João Jerônimo da Cunha - 1840 a 1842

Nasceu a 12 de julho de 1813. Seu nascimento deve ter sido no antigo Paparí, atual Nísia Floresta. Julga-se que sua ordenação sacerdotal tenha sido na década de trinta em Olinda ou Maranhão. Exerceu o ministério paroquial somente em Santa Cruz, nos anos de 1836 a 1842. Findou seus dias, no Engenho Bosque a 26 de janeiro de 1902 em Goianinha.

Pe. Antônio Tomaz Teixeira - 1842 a 1849

Não há registros da história deste sacerdote.

Pe. Camilo de Mendonça Furtado

Provavelmente cearense e que tenha se ordenado sacerdote em Olinda, na década de quarenta. Exerceu o paroquiato em Santa Cruz como vigário colado. Em 1846 foi empossado tornando-se, desse modo, o primeiro vigário colado dessa paróquia. Não satisfeito como vigário nesse povoado, fez o possível para que a sede da freguesia fosse transferida para a Serra dos Pires, atual Serra de São Bento, devido às condições locais.

1849 a 1858 – Santa Cruz perde a sede da paróquia para Serra de São Bento por 9 anos.

Pe. Antônio Dias da Cunha – 1859 a 1866

Natural de Martins, onde nasceu a 15 de abril de 1825, filho de Francisco Maximiniano da Cunha e Vicência Maria da Conceição. Ordenado sacerdote a 19 de novembro de 1847. Com a restauração da paróquia de Santa Cruz em 1858, foi a partir de então o primeiro vigário de 1859 a 1866.

Pe. Manoel Jácome Bezerra Cavalcante – 1866

Vigário vizinho da paróquia de Cuité, na Paraíba, que regia provisoriamente a paróquia de Santa Cruz. De Agosto a setembro de 1866, como vigário encarregado.

Pe. Antônio Rafael Gomes de Melo – 1866 a 1890

Era pernambucano, da cidade de Goiânia, onde nasceu o ano de 1826, filho de Joaquim Rafael Gomes de Melo e da Francisca das Chagas de Melo. Ordenado sacerdote a 8 de junho de 1849. Em 1866 foi nomeado vigário de Santa Cruz, cuja posse no cargo foi a 7 de outubro de 1876. Em 1868, o Pe. Antonio Rafael fez concurso para vigário permanente de Santa Cruz e sendo aprovado, nesse ano passou a ser vigário colado, de sorte que o seu paroquiato se estendeu por espaço de 24 anos. Foi o segundo e último vigário colado de Santa Cruz. Faleceu na sua paróquia às 4 horas da tarde de 19 de janeiro de 1890, contando 64 anos de idade e 41 de sacerdote. Foi sepultado na antiga matriz de Santa Cruz, junto ao altar-mor.

Mons. José Paulino Duarte da Silva – 1890

Nasceu em Natal, no dia 26 de novembro de 1847, filho de Nicolau Pereira da Silva e Vitória Egipciaca das Candeias. Foi ordenado sacerdote a 31 de março de 1837. Assumiu a paróquia de Santa Cruz por dois meses, maio e junho de 90. Faleceu em Recife, a 14 de abril de 1936. Fonte: Levitas do Senhor

Pe. Tomaz de Aquino Maurício – 1890 a 1891

Paraibano da cidade de Bananeiras. Nasceu a 7 de dezembro de 1847, filho de Vicente Maurício da Costa e Astréa Vitorino de Mendonça. Ordenado sacerdote a 4 de março de 1872. Com o falecimento do vigário de Santa Cruz, Pe. Antonio Rafael, o Pe. Tomaz assumiu a paróquia por pouco tempo. Vigário de Nova Cruz encarregado de Santa Cruz de 1890 a 1891. Faleceu a 20 de novembro de 1911.

Côn. José Cabral de Vasconcelos Castro – 1891 a 1908

Natural de Santa Rita na Paraíba. Ingressou no Seminário de Fortaleza no Ceará, onde cursou Filosofia e Teologia. Foi ordenado sacerdote a 23 de abril de 1876 em São Luis do Maranhão, por motivo de se achar sem Bispo o Ceará. Em outubro de 1890 assumiu a paróquia de Santa Cruz, no período de 8 anos.

Pe. Francisco Targino da Costa – 1908

Vigário de Araruna/PB encarregado de Santa Cruz em 1908.

Pe. Esmerino Gomes da Silva – 1908 a 1912

Era paraibano de Itaporanga, onde nasceu a 1º de setembro de 1881, filho de Josino Gomes Pereira da Silva e Maria Silvina da Silva. Cursou Filosofia e Teologia no Seminário da Paraíba. Na Paraíba, o Bispo Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques o ordenou presbítero a 12 de novembro de 1905. Em 1908 é vigário em Santa Cruz, cuja posse foi a 27 de novembro e aí esteve até abril de 1913. Em 1944 voltou para Santa Cruz, onde faleceu aos 63 anos de idade e 39 de sacerdote, e os seus restos mortais tiveram sepultura, a capela do cemitério da mesma cidade.

Mons. Alfredo Pegado de Castro Cortez – 1913 a 1914

Nasceu no Engenho Baldum mo município de Arez, a 25 de agosto de 1876, filho de João Pegado da Siqueira Cortez e Maria Paulina de Castro Cortez. Estudou nos seminários de Olinda e Paraíba, onde cursou filosofia e teologia. Foi ordenado sacerdote em 5 de novembro de 1899, na Paraíba por Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques. No ano de 1909 o Papa São Pio X lhe dá o título de Monsenhor Camareiro. Em 1911 acompanha Dom Joaquim para Natal, tornando-se membro do clero de Natal; de 11 de maio de 1913 a março de 1914 torna-se vigário em comissão da Paróquia de Santa Cruz.

Mons. José Mendes – 1914 a 1922

Nasceu em Ceará Mirim/RN, nascido a 13 de maio de 1886. Seus pais, Dr. Joaquim Pacheco Mendes e Maria de Araújo Mendes. Em 1902 já era aluno do Seminário da Paraíba fez todos os estudos preparatórios e o superior de filosofia e teologia. Deixando a Paraíba, veio a Natal e na catedral da Apresentação, foi ordenado presbítero a 12 de novembro de 1911, oficiando a cerimônia sacramental Dom Joaquim de Almeida. Coadjutor em Santa Cruz, em março de 1914, quando era vigário o Monsenhor Alfredo Pegado. Com a saída de Monsenhor Alfredo Pegado,o Pe. José Mendes o substituiu na paróquia, como vigário, a 2 de outubro de 1914, deixando a paróquia a 2 de fevereiro de 1922.

Mons. Celso Cicco – 1922

Nasceu em São José de Mipibu, a 10 de maio de 1888, filho de Vicente Cicco e Ana Cicco. Os seus estudos iniciados no Seminário de Teresina, no Piauí, em março de 1906 e terminou no da Paraíba. Foi ordenado sacerdote a 30 de novembro de 1911, na Catedral de Nossa Senhora da Apresentação em Natal, por Dom Joaquim de Almeida. Vigário de Santa Cruz, na vaga de Pe.José Mendes e também de São Tomé, onde foi o primeiro vigário. Só passou 5 meses em Santa Cruz.

Côn. José Maria dos Passos Cabral – 1922 a 1924

Nasceu a 7 de outubro de 1897, em Natal. Seus pais: Antônio Lustosa Cabral e Ana dos Passos Lustosa Cabral. Foi aluno do Seminários da Paraíba e de Fortaleza. Veio para Natal onde terminou os estudos e ficou sendo professor do Seminário São Pedro, até que o presbiterato lhe foi conferido a 29 de junho de 1920, na catedral, por Dom Antônio dos Santos Cabral. Vigário em Santa Cruz de 1922 a 1924. Fonte: Levitas do Senhor

Pe. Manoel Maria de Vasconcelos Gadelha – 1924 a 1926

Nasceu em Paparí (Nísia Floresta), a 4 de junho de 1887, filho de José Olinto Gadelha de Carvalho e Guilermina Joaquina de Vasconcelos Gadelha. Fez o curso no Seminário da Paraíba. Na catedral de Natal, Dom Joaquim de Almeida, o ordenou sacerdote, a 12 de novembro de 1911. Vigário de Santa Cruz de 8 de junho de 1924 até 9 de outubro de 1926, quando falecido na cidade, causando grande consternação pelo modo inesperado, dado a estima em que era tido pelo povo em geral e que no momento, não manifestava alteração alguma na saúde.foi com muita concorrência sepultado na capela do cemitério da cidade.

Pe. Manoel Barbosa Galvão Júnior – 1926 a 1928

Nasceu em Arês, a 17 de junho de 1890. Filho de Manoel Barbosa Galvão e Isabel do Sotam Galvão. Estudou no Seminário da Paraíba onde recebeu as ordens menores. Veio para Natal e recebeu as ordens maiores, o sacerdócio a 26 de janeiro de 1913 por Dom Joaquim de Almeida. Foi vigário em Santa Cruz em 1926 a 1928.

Mons. Vicente de Paula Freitas – 1929 a 1931

Nasceu em Natal a 3 de julho de 1900, filho de Francisco Xavier de Freitas e Maria Umbelina Barbosa de Freitas. Em 1912 se tornou aluno do Seminário da Paraíba, fazendo o curso ginasial, e no de Fortaleza, os de filosofia e teologia. Foi ordenado sacerdote a 9 de março na catedral em Natal por Dom José Pereira Alves. Vigário de Santa Cruz de 1929 a 1931. Mosenhor Camareiro do Papa Pio XII, em 1952. Faleceu a 31 de agosto de 1959.

Pe. José de Oliveira Barbalho – 1931 a 1932

Pe. José Maria Biezinger M.S.F – 1932 a 1933

Pe. Benjamim Sampaio – 1933 a 1941

Nasceu a 7 de junho de 1903, em Maceió/AL. Estudou filosofia e teologia nos Seminários de Maceió e Paraíba. Foi ordenado sacerdote a 4 de outubro de 1931 por Dom Marcolino Dantas, na Catedral de Nossa Senhora da Apresentação em Natal. Vigário de Santa Cruz de 24 de março de 1933 a 27 de fevereiro de 1941, encarregado de São Tomé, em 1936. Fonte: Levitas do Senhor

Mons. Alair Fernandes de Melo – 1941 a 1952

Nasceu a 5 de junho de 1916,em Natal, filho de Artur Fernandes Rapôso de Melo e Maria Anunciada Vilar de Melo. Entrou no Seminário de São Pedro, em março de 1927, onde cursou humanidades e no de Fortaleza estudou filosofia e teologia. Recebeu o presbiterato a 19 de novembro de 1938, na Catedral de Nossa Senhora da Apresentação por Dom Marcolino Dantas. Vigário de Santa Cruz de 2 de março de 1941 a 1952. Em junho de 1952, recebeu o título de Monsenhor Camareiro do Santo Padre Pio XII. Eleito Bispo a 25 de março de 1970, pelo Santo Padre Paulo VI para Amargosa-BA. Ordenado Epíscopo em 17 de maio de 1970, em Natal, na Igreja Matriz de São Pedro no Alecrim, foi o sagrante principal, o então Arcebispo Cardeal Primaz do Brasil, Dom Eugênio de Araújo Sales.

Mons. Emerson Deodato Negreiros - 1952 a 1962

Nasceu em Pau dos Ferros, a 26 de fevereiro de 1924, filho de Abílio Deodato do Nascimento e Carolina Fernandes Negreiros. Foi para o Seminário de Natal, a 2 de fevereiro de 1937. No Seminário de Fortaleza, fez o curso superior, iniciando em 1942. Recebeu o presbiterato, a 16 de novembro de 1947, por Dom Marcolino Dantas. Coadjutor de Santa Cruz, no paroquiato de Padre Alair Vilar, nomeado a 20 de dezembro de 1947, deixando em março de 1948. Pároco de Santa Cruz, posse a 13 de julho de 1952 e encarregado da Paróquia de Coronel Ezequiel, em 1960 a 1964. Monsenhor Camareiro do Santo Padre Pio XII, em 1958. Em 1965 foi para a Arquidiocese de Niterói. Faleceu a 3 de fevereiro de 1993, no Rio de Janeiro.

Mons. Raimundo Gomes Barbosa – 1962 a 2000

Nasceu em Macau, a 27 de novembro de 1923, filho de José Gomes Barbosa e Cândida Maria Barbosa. Iniciou o aprendizado das primeiras letras com D. Ana dos Prazeres Avelino, sua mãe de criação e depois com Edinor Avelino, em escola particular. Foi para o Seminário de São Pedro, em Natal, onde foi matriculado a 2 de fevereiro de 1938, fazendo aí o curso secundário. No Seminário de Fortaleza, fez o curso superior. Recebeu Tonsura, a 19 de junho de 1946; Ostiário e Leitor, a 8 de junho de 1947;Exorcista e Acólito, a 27 de novembro de 1947; Subdiácono, a 8 de dezembro de 1948; Diácono, a 2 de abril de 1949.

Todas essas ordens foram recebidas em Fortaleza e o oficiante o Arcebispo Dom Antônio de Almeida Lustosa. Em Natal, recebeu o Presbiterato, a 4 de dezembro de 1949, na catedral, ministrado por Dom Marcolino Dantas. A ordem de Subdiácono foi conferida pelo Bispo de Limoeiro Dom Aureliano Matos. Rezou a sua primeira Missa, a 5 de dezembro de 1949, na capela do Hospital Miguel Couto e a Missa solene, na matriz de Macau, a 8 de dezembro do mesmo ano, por ocasião da festa da padroeira local. Foi em primeiro lugar nomeado Coadjutor de Santa Cruz, no paroquiato do Pe. Alair Vilar, tomando posse a 31 de dezembro do mesmo 1949. por provisão datada de 15 de junho de 1950 foi transferido de Santa Cruz para Lages, na qualidade de vigário, tomando posse a 18 do mesmo mês.

Vigário encarregado de Santana do Matos, em 1951 e antes, em 1950 esteve encarregado de Baixa Verde ou João Câmara. Em fevereiro de 1953, foi nomeado vigário de Canguaretama com encargo de Pedro Velho. Em setembro de 1955, esteve por pouco tempo, como vigário substituto de Ceará Mirim e daí foi mudado para Santo Antônio, ainda em 1955. Vaga a Paróquia de Santa Cruz, pela saída de Mons. Emerson Negreiros, o bispo Administrador Apostólico, Dom Eugênio de Araújo Sales, o nomeou pároco dessa comunidade, em data de 13 de fevereiro de 1965, cuja posse se deu na Missa da noite do dia seguinte. Em março do mesmo ano foi para o Chile, onde fez um curso catequético, sendo durante sua ausência substituído na paróquia pelo Padre Manoel Barbosa Lucena. Em novembro de 1965, regressou ao Brasil, após o curso e reassumiu a paróquia a 29 do mesmo mês.

Desde maio de 1967, que é vigário encarregado da Paróquia de Coronel Ezequiel. É Monsenhor Prelado Doméstico, desde 19 de setembro de 1978, conferido pelo Santo Padre João Paulo I. Com a nomeação do Pe. Tarcísio Pereira de Carvalho para pároco de Coronel Ezequiel a 24 de novembro de 1987, cessou o paroquiato do Mos Raimundo, nessa paróquia. Nomeado Vigário Episcopal para a Região Sul, por Dom Heitor de Araújo Sales a 17 de fevereiro de 1994. Depois de 15 dias internado na Casa de Saúde São Lucas, em Natal, Mons. Raimundo faleceu às nove horas e quinze minutos do dia sete de outubro de dois mil e cinco. Foi causa de sua morte, problema pulmonar, além de outras complicações que afetaram sua saúde.

Pe. Humberto Luís de Negreiros – 2000 a 2003

(Histórico em breve...)

Fontes: Levitas no Senhor (Mons. Severino Bezerra), Mons. Severino Bezerra, Livro de Tombo da Cúria Metropolitana (Biografia dos Padres).


quinta-feira, 9 de julho de 2009

PADRES QUE JÁ PASSARAM PELA PARÓQUIA DE ACARI - FONTE: SITE DE ACARI

Padres que passaram pela Paróquia

Não existe
Fotografia

Pe. Tomaz de Araújo Pereira
16.04.1835 a 04.06.1870 e 03.08.1873 a 02.05.1893

Pe. Esmerino Gomes
Vigário Cooperador

Pe. Luíz Marinho de Freitas
04.06.1870 a 27.07.1873
Pe. José Antônio da Silva Pinto
03.06.1893 a 02.03.1899
Não existe
Fotografia
Pe. Francisco S. de Figueiredo
19.03.1899 a 27.01.1900
Pe. Marcelino dos Santos Freire
17.02.1900 a 07.04.1901 e 24.01.1904 a 26.02.1905
Pe. Luíz Borges da Silva
14.04.1901 a 06.12.1903
Pe. Francisco C. Albuquerque
05.03.1905 a 02.06.1912
Pe. Inácio Cavalcante
09.08.1912 a 14.12.1912
Pe. Antônio Brilhante
22.12.1912 a 13.05.1913
Pe. Josino Gomes
15.05.1913 a 01.01.1919
Pe. João Clemente de M. Barreto
28.03.1920 a 20.10.1920
Pe. João Soares Bilro
19.03.1921 a 12.11.1925
Pe. Amâncio Ramalho
01.01.1926 a 11.04.1926 e 31.03.1946 a 01.10.1946
Pe. Luíz Carlos G. Wanderley
25.04.1926 a 06.01.1928
Pe. Bianor Emílio Aranha
19.02.1928 a 03.06.1929
Não existe
Fotografia
Pe. Manoel da Costa
29.06.1930 a 23.08.1930 e 27.10.1930 a 23.08.1932
Pe. Francisco Mário C. de Aquino
23.08.1930 a 27.10.1930
Pe. Omar Bezerra Cascudo
11.09.1932 a 26.04.1933
Pe. Jóse Medeiros Leite
16.05.1933 a 17.02.1934
Pe. Pedro Paulino
18.04.1934 a 02.01.1935
Pe. Walfredo Gurgel
18.03.1935 a 02.01.1936
Pe. Antônio de Melo Chacon
10.02.1936 a 21.08.1936
Pe. Ambrósio Silva
23.08.1936 a 07.03.1946 e 24.10.1954 a 01.12.1957
Pe. Geraldo Jacobes
05.10.1946 a 03.02.1947
Pe. Estanislau Piechel
20.07.1947 a 19.10.1953
Pe. Ernesto da Silva Espínola
15.12.1957 a 01.05.1958
Pe. Jalmir Albuquerque Silva
02.05.1958 a 21.09.1965

Pe. Deoclides de Brito Diniz
23.09.1965 a 26.03.1997
Pe. Henock Demétrio da Silva
17.07.1989 a 01.05.1996
Pe. Raimundo Sérvulo da Silva
Vigário - 01.05.1996 a 26.03.1997 Pároco - 01.05.1997 aos dias atuais






Padres acarienses




Pe. Tomaz de Araújo Pereira Pe. José Dantas Cortêz Pe. Ernesto da Silva Espínola Pe. Darci Lopes de Araújo



Cardeal Dom Eugênio de A. Sales

CINEMA

CINEMA