JESUS CRISTO
NOSSO SALVADOR
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sábado, 23 de fevereiro de 2013
DEUS E SEU FILHO JESUS CRISTO
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
MORRE O CARDEAL DOM EUGÊNIO SALES
segunda-feira, 25 de junho de 2012
PADRE PETER MARINUS MARIA NEEF (03/02/1929 - 25/06/2012)
Morreu o “Padre Peter Marinus Maria Neefs”, 83, ou simplesmente “Padre Pedro Neefs”, religioso de origem holandesa com enorme trabalho social fincado neste sertão brasileiro. A notícia foi passada através do Twitter pelo jornalista Crispiniano Neto.
O deputado Fernando Mineiro (PT) acrescentou que sepultamento será hoje ainda em Recife-PE. Não foi esclarecida a causa da morte.
Ele tinha superado mais um delicado quadro de saúde, mas faleceu hoje. No final do ano passado, Padre Pedro foi internado com quadro de infecção urinária e insuficiência respiratória. Teve tratamento no Hospital Português (Recife), ganhando alta e retornando ao abrigo de padres na Várzea, em Recife.
Natural da cidade de Breda, Holanda, Neefs nasceu no dia 03 de fevereiro de 1929. Dez anos mais tarde, em 1939, o mundo passava por outro grande impacto, conseqüência da eclosão da 2ª Guerra Mundial.
Padre Pedro: obra edificante
No ano de 1940, foi enviado ao Seminário Menor, onde começou os estudos teológicos. Convidado por um grupo de padres do Sagrado Coração de Jesus, chegou ao Brasil, em 1952, para concluir o seminário maior. No Brasil, Peter Marinus Neefs traduziu o nome para o português e manteve seu sobrenome, assim se transformou em Pedro Neefs. Foi ordenado no dia 1º de dezembro de 1957, no Recife-PE.
Em 1957, retornou a Holanda para ser ordenado padre e celebrar sua primeira missa. Dois anos mais tarde foi enviado a cidade de Beberibe-CE para realizar o trabalho de pároco. No entanto, suas idéias não foram aceitas, sendo “expulso” da paróquia pelos superiores.
Em 1965, Pedro Neefs foi transferido para a paróquia de São João Batista e Nossa Senhora da Conceição, sediada na cidade de Apodi, substituindo o padre Manoel Balbino da Silva, permanecendo em Apodi por um período de quase cinco anos, ou seja, até o ano de 1970, quando foi substituído pelo saudoso e conterrâneo, Padre André Demertetelaeere. Nessa cidade ele foi responsável por grandes conquistas, não para si, e sim, para a população apodiense, como foi o incentivo para a criação de FUNDEVAP e a construção do Estádio Antônio Lopes Filho.
Na Diocese de Mossoró, padre Pedro encontrou apoio. Segundo ele, na realidade era uma diocese com padres muito avançados. Porém, diante do trabalho de repressão e das diferenças de pensamento na própria igreja, padre Pedro disse que nessa época descobriu na diocese de Mossoró “que existia uma igreja oficial e uma igreja do povo”.
Campo Grande
Nesse período, estava sendo inaugurada a Universidade Regional do Rio Grande do Norte (FURRN). Diante de um boato que seria candidato a prefeito na cidade, fruto do apoio popular e do trabalho desempenhado pelo padre, ele foi afastado pela Diocese de Santa Luzia de Mossoró dos trabalhos como pároco da Paróquia de São João.
Em 5 de agosto de 1979, o padre Pedro Neefs, ícone das lutas e causas sociais, chegava para atuar no município na Paróquia de Santana, na cidade de Campo Grande , quando ainda se chamava Augusto Severo. Nessa cidade sua trajetória de formação política conquistou, na época, seu ápice.
O trabalho desenvolvido em toda paróquia foi o de defender os mais necessitados, principalmente na luta pela reforma agrária, que ganhou força após a disseminação de suas idéias, já que não existia até então. Ao chegar à cidade o pároco se aproximou do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, que prestava assessoria a toda a população ligada ao campo.
O holandês ainda se vinculou aos jovens, onde o trabalho de formação política foi vital na busca do seu ideal. “Na semana santa de 1980, juntou 80 jovens de Campo Grande e fundou o grupo de jovens, que foi o primeiro grupo da cidade”, destacou a coordenadora da Cooperativa Sertão Verde, Zuleide Araújo.
Em 1986, o padre defendeu o direito ao trabalho de várias mães de família apoiando a criação da Associação Comunitária dos Trabalhadores Avulsos e Artesãos de Augusto Severo (ACTAS), que se tornou responsável por absorver toda a produção, vendendo-a em Natal e no mercado exterior, como Holanda.
“Como eu não pertencia a nenhum partido político, fiquei mais livre para o ideal da minha vida de mudar e transformar a vida e a cabeça do povo que botava a culpa em Deus sem assumir o atraso e a pobreza reinante. Quis ensinar que devemos ter nosso futuro em nossas mãos”, disse padre Pedro Neefs.
Ele passou a viver e passar por tratamento de saúde em Recife-PE. Depois de passar vários anos prostrados em uma cadeira de rodas, conseguiu voltar a andar precariamente.
Depois de Apodi, o religioso ainda trabalhou na diocese de Mossoró, sendo mandado várias vezes ao Vaticano em trabalho oficial da igreja. Em 1979 voltou ao Rio Grande do Norte, dessa vez para atuar na cidade de Augusto Severo, hoje Campo Grande. É membro da cadeira nº 17 de da Academia Apodiense de Letras, fundada em 23 de março de 2006, que tem como titular o saudoso Dr. Francisco Alcivan Pinto.
Com informações biográficas do Blog Oeste News, atual PORTAL TERRAS POTIGUARES NEWS
Fonte: Blog Carlos Santos
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
DOM JOSÉ FREIRE DE OLIVEIRA NETO (APODI,9/3/28 - MOSSORÓ, 10/1/2012
sábado, 28 de novembro de 2009
CAPELA-ESCOLA DE BOM JESUS MOSSORÓ
Com o crescimento da comunidade, os referidos padres conclamaram a população a se engajarem numa campanha em prol da construção de uma capela. A ideia apresentada pelos padres foi aceita de pronto, passando todos a se empenharem para a criação da comissão, procurando apoio inclusive de pessoas de comunidades vizinhas. Os moradores mais antigos ainda lembram de nomes de pessoas que se destacaram nessa campanha, como foi o caso do Sr. Zé Ananias, Pedro Lima, Sr. Anísio, José Augusto Soares, Sr. Caetano, Luiz Gonzaga e Raimundo Nonato.
Com os recursos arrecadados na campanha, com a ajuda coletiva, e a orientação dos bondosos padres, a construção da pequena capela foi iniciada. E em 7 de novembro de 1953, num sábado, a população assistiu, com grande orgulho, a inauguração da capela, que serviria não só de templo religioso como espaço para eventos sociais e educacionais. Tanto assim que na fachada da capela aparecia, em letras de alto relevo, o título: "Capela-Escola do Bom Jesus". Essa inauguração se deu com a celebração de uma missa pelo padre Mota, ao mesmo tempo em que era realizada a primeira eucaristia e a catequização de alguns jovens da comunidade.
E cumprindo o seu papel social, aquela capela passou a servir de escola, a única na comunidade, onde os jovens puderam ser alfabetizados, tendo como diretora a senhora Maria Nazaré. Essa escola funcionou na capela de 1953 a 1958.
Até o ano de 1996, a comunidade assistia missas e novenas, cujos celebrantes os moradores ainda guardam seus nomes na memória, como é o caso dos padres Mota, Netinho, Sátiro, Guimarães, Janedson, Rierdson e tantos outros.
Mas com o desenvolvimento da cidade e respectivo crescimento populacional, a pequena capela já não atendia as necessidades do, agora bairro de Bom Jesus. A Diocese de Mossoró providenciou a construção de uma igreja maior e mais confortável, onde atualmente é prestado o serviço religioso católico. E a velha capelinha, que tanto serviu no passado, ficou abandonada à mercê do tempo.
Hoje o que resta são apenas ruínas. Paredes descascadas pelo tempo e um teto que ameaça cair a qualquer momento. As portas e janelas estão em pedaços. E a população do Bom Jesus pede socorro. A antiga e tradicional capelinha ainda hoje é reverenciada por toda a população do bairro e não merece o fim que está tendo. Se já não tem serventia como templo religioso, que se preserve sua memória transformando-a num espaço cultural.
É com esse intuito que o Sr. Luiz Pereira da Costa, que no bairro é conhecido por Cale, na qualidade de presidente do Conselho Comunitário do Bom Jesus, pede a ajuda de todos. Vamos novamente dar as mãos e restaurar o prédio da querida capelinha. Não vamos deixar que a poeira do tempo apague mais esse marco histórico, cultural e religioso do bairro Bom Jesus.
FONTE - ARTIGO DO HISTORIADOR GERALDO MAIA, PÚBLICADO NO JORNAL O MOSSOROROENS (17/10/1872), EDIÇÃO O DIA 29/11/2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
PADRE GUIDO TONETTO,
PADRE GUIDO TONETTO, nasceu, na província de Veneza, no dia 03 de fevereiro de 1920. Seus pais José Tonelotto e Maria Sandro. Foi ordenado dia 29 de junho de 1948 , no Instituto Teológico Salesiano, da província de Pádoa- Itália. Pe Guido entra na Congregação, em 1939. Depois de 7 anos, de fecundo apostolado na Itália, vem para o Brasil, no ano de 1955. Aqui desempenha a função de 1º Diretor do Colégio de Carpina- Pe que naquele tempo era também aspirante.
Reconhecendo as suas grandes qualidades espirituais e administrativas, os Superiores o nomearam sucessivamente Diretor do Colégio do Carmo, em Belém do Pará e do Colégio Dom Bosco, em Manaus. Nesses 3 lugares onde passou como Diretor de Colégios Salesianos, Pe Guido, desempenhou o seu ministério com muito zelo sacerdotal e foi chamado pelos superiores maiores da Itália. Aí ocupou também o cargo de Diretor de mais um colégio Saleniaso, na província de Verona.
Mas o desejo mais forte do Padre Guido era trabalhar no Brasil, servindo aos pobres e necessitados, sobretudo aos menores abandonados. Vem para Natal e presta serviços, como Diretor do Colégio São José. Depois de alguns anos, o Centro de Formação de Leigos para América Latina, Roma precisava de um Diretor com a rica experiência e o vasto conhecimento do nosso continente. Nenhum salesiano, melhor que Pe Guido recebeu convite especial do bispo de Mossoró, Dom Gentil, para trabalhar na Diocese de Mossoró. Pe Guido veio para Mossoró no ano de 1973. Trabalhou por 4 anos como Pároco de Martins e 21 anos como Páraco de São José, em Mossoró. Foi o inspirador , fundador e diretor do Projeto Esperança. Faleceu na cidade de Mossoró no dia 11 de novembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
IGREJA EVANGÉLICA DO BETEL BRASILEIRO DE APODI
Os primeiros cultos realizados no templo foram nos dias 14 e 15 de março de 1987, através dos seminaristas Eli Rodrigues e Tereza Luchesi. Nesse tempo a igreja já contava com treze membros e vinte e oito agregados. Sendo o primeiro batismo realizado no templo da Igreja Batista nesta cidade no dia 2 de agosto de 1987, pelos pastores: Severino Gomes da Silva e Josafá Ferreira dos Santos.
Em novembro de 1986, o pastor Severino Gomes da Silva, seguindo orientação do Instituto Bíblico Betel Brasileiro, fez sua primeira visita regional para averiguação da obra e confirmou que o Instituto Bíblico Betel Brasileiro assumiria a obra definitivamente no território apodiense. Em fevereiro de 1987 a seminarista Tereza Luchesi realizou um abençoado ministério de evangelização ganhando as primeiras almas para o reino de Deus. O primeiro ganho para Cristo foi Francisco Chagas, e com o desenvolvimento, foi necessário à solicitação ao Instituto Bíblico Betel Brasileiro de um obreiro com tempo integral.
Em entendimento entre a irmã Maria da Salete Costa Oliveira e missionária professora Lídia Almeida de Meneses, ficou determinado que o aluno provisionado Eli Rodrigues estaria visitando o campo em caráter de escala semanal dando assistência a esta obra, o qual ainda permanece recebendo a partir desta data a licenciatura ao pastorado da Igreja.
Nesses mais de 20 anos de atuação o Ministério Betelino em Apodi, desenvolveu um excelente trabalho na área sócio-educacional, com a fundação do Centro Social Beneficente George Marinho Costa, que manteve convênio com a Visão Mundial, atendendo a 200 crianças e adolescentes pelo sistema de apadrinhamento, tendo como país de apoio os Estados Unidos e a Escola Evangélica Betel, que atendeu a mais 800 alunos no período de janeiro de 1990 a dezembro de 2004, a referida escola foi mantida pela Visão Mundial e por um Convênio com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte.
Aos longos desses anos, passaram por este abençoado ministério diversos homens de Deus- Pastores, que deram continuaram o trabalho que começou no coração do Senhor. Poderíamos aqui mencionar alguns deles: Pr. Antonio Silva, Pr. Damião Pereira, Pr. Raimundo José Linhares, Pr. Saulo de Castro Batista e atualmente temos como líderes, o Pr. Agnaldo Lopes e a Mis. Ana Cláudia.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
PADRE AMÉRICO SIMONETTI
ASSU - 21/12/1929 - MOSSORÓ,05/10/2009É motivo de júbilo, para todos que o conhecem, a passagem dos cinquenta anos de sacerdócio do Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, assuense, filho do professor Alfredo Simonetti e de Dª.Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti, ele, nascido em 21.12.1929. Desde os 10 anos de idade, já órfão de pai, havia recebido de ambos a prática da religiosidade, sendo irmão de um outro sacerdote, o Pe. Alfredo, e de uma freira do amor divino, Irmã Angelina, ambos já falecidos. São igualmente religiosos praticantes os seus outros irmãos José Nazareno, Salete e João Batista. Ingressou no Seminário de Santa Terezinha, em Mossoró, posteriormente cursando Teologia e Filosofia, no Seminário Central de São Leopoldo - RS. Ordenou-se e celebrou sua primeira missa, em sua terra natal, em 02.12.1956, assumindo o serviço catequético da Paróquia, no auxílio ao saudoso Monsenhor Júlio Alves Bezerra, tendo impressionado, de logo, ao bispo da época, Dom Elizeu Simões Mendes.Com a sua transferência para Mossoró, no início do ano de 1962, e já se vão 44 anos, traz consigo, como bandeira de trabalho, a instalação de uma emissora de rádio católica para dar propagação à mensagem da igreja, até então levada através dos púlpitos dos altares e das amplificadoras de som, estas últimas já no desuso em cidades de médio e grande portes. Como estudante do Colégio Diocesano Santa Luzia, acompanhei a sua destemida luta, sendo eu próprio escalado por Padre Sátiro Dantas, diretor do Colégio e outro grande nome do clero no Estado, para, no âmbito estudantil, ajudá-lo. Principalmente no que diz respeito à aliança de recursos financeiros que tornassem viável a consecução do projeto. Afora as ajudas individuais das paróquias e fiéis, Padre Américo contou, apenas, com o sorriso carinhoso e santo de Dom Gentil Diniz Barreto, bispo diocesano, que passou a gostar da novidade, mas serenamente lhe parecia de difícil alcance. Desde a criação da Diocese, em 28.07.1934, aparecia então a melhor ideia para difundir a fé.Padre Américo, depois de uma hercúlea faina só possível aos de fé, testemunhou em 02.04.1963, como seu diretor superintendente, a Rádio Rural de Mossoró ser inaugurada pela mais alta autoridade da nação - o presidente da República João Belchior Marques Goulart. Passou este veículo de comunicação a realizar uma inaudita colaboração de evangelização e alfabetização, de Macau a São Miguel e Pau dos Ferros, de Alexandria a Aracati-CE, preenchendo uma lacuna no Movimento de Educação de Base - MEB , criando programas de informação, de religiosidade e de entretenimento. Bastaria a Rural para justificar o seu testemunho pela doutrina. E se nos falta hoje o santo Dom Gentil, já no convívio dos céus, vivos estão Euclides Moraes, François Paiva, Emery Costa, Seu Mané, Donato de Castro, José Nilson Rodrigues, Neuza Medeiros, Zilda Gê, além de, em nome da própria Sé, Padre Sátiro e o bispo emérito Dom José Freire, para citar alguns dos que o acompanharam na grande batalha.Com o surgimento dos Secretariados Diocesanos, de sua lavra, surge o trabalho de Cáritas, conduzindo a missão de atender com alimentos os alojados no numeroso bloco da exclusão social, já nos anos sessenta, distante ainda do advento do atual bolsa-família, levando-lhes, à frente de tudo, a palavra de Deus. A criação do Clube da Juventude, no anexo do Santuário do Coração de Jesus, onde hoje funciona a Cúria Diocesana, para encaminhar os mais jovens na larga estrada preconizada pelo Pai, foi outro notável serviço do seu ministério. Como vigário geral da Diocese, e como pároco de Santa Luzia, substituindo ao inesquecível catarinense - culto e profundo na religião - Monsenhor Huberto Brunning, a quem a cidade tanto ficou devendo, Padre Américo se houve com dinamismo e sem fadiga, continuando a dar brilho e encantamento à festa da nossa excelsa padroeira, virgem, mártir e heroína. Testemunhei, em algumas oportunidades, ele num mesmo dia celebrar missas em Itaú e Areia Branca, depois de fazer o seu "Comentário da Rural" e despachar assuntos inadiáveis na Cúria, sendo um incansável, obstinado em tudo que diz respeito à Igreja, até como motorista do carro que o conduzia para tantos eventos e compromissos religiosos.Na casa dos meus pais, ainda na minha juventude, foi uma presença marcante. Sempre disponível, principalmente nas nossas horas mais difíceis, como na morte prematura e trágica de um irmão meu, no vigor dos 17 anos de idade, no grave e penoso acidente de uma irmã, menina nos seus 14 anos, na angústia torturante da funesta doença e, posterior, morte dos nossos ascendentes, Padre Américo nos ajudou com uma palavra firme de fé, atenuando o nosso sofrimento e nos remetendo à resignação. A ele recorri várias vezes, uma delas para ministrar o meu matrimônio com Niná, sua conterrânea, amiga e admiradora, e no batismo do neto-filho Pedro Henrique, e o sacerdote sempre disposto a me reassentar. Eu, que desde a primeira comunhão em 1953 - sou católico fervoroso e praticante. Conheço outros exemplos, onde ele exerceu o mesmo ofício em centenas de lares. Padre Américo era, e continua sendo, a igreja presente na casa do cristão.O seu desprendimento pelos valores materiais é inconteste. A sua prática não indica qualquer contradita a minha assertiva. Em 1968 foi um dos luminares que deu a sua rica biografia para, como docente no Curso de Letras, criar a Universidade Regional do Rio Grande do Norte, tendo, em algumas oportunidades, o seu nome cotado para ser reitor, e até lançado pelo povo pobre, forte candidato a prefeito municipal, nunca tendo aceito tais nobrezas. Tanto assim que, passados alguns anos, deixou a cátedra e o salário (hoje aposentadoria) que tanta falta lhe faz na velhice, precisando da atenção de um irmão sanguíneo para ter uma modesta casa onde, futuramente, venha a descansar. A Deus e aos homens ele sempre servirá.No evangelho - João 12.24.26 - encontramos Jesus dizendo "Quem se apega a sua vida, perde-a; mas quem não se apega a sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna". Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, com os possíveis defeitos que lhe queiram atribuir, - pois ele é humano - guardou a sua vida para a eternidade. Há 50 anos é um arauto da fé.
sábado, 29 de agosto de 2009
ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA CARIDADE E LUZ
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
JESUS,SANTA LUZIA,DEUS E SÃO JOÃO
JESUS CRISTO

NOSSA ESPERANÇA DE DIAS MELHORES


terça-feira, 11 de agosto de 2009
PARÓQUIA DE TOUROS - RN
A Matriz que ainda conserva o estilo colonial, foi construída em 1798, por Manoel Dias de Assunção, que fez doação do patrimônio.
Paróquia criada pela Resolução da Assembléia Geral Legislativa de 5 de setembro de 1832, com o nome de Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Navegantes do Porto de Touros, desmembrada da Paróquia de São Miguel de Extremoz, tendo padroeiro o Sr. Bom Jesus dos Navegantes. A Paróquia tem uma área geográfica extensa, englobando os municípios de Touros, Pureza e São Miguel do Gostoso, com aproximadamente 45 mil paroquianos. Ao todo são: a Matriz, construída entre 1798 e 1800 e 60 capelas. Já passaram pela paróquia 62 padres. O primeiro pároco foi o Pe. José Ignácio de Brito, e o atual é o Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior. A Paróquia é animada pelas pastorais da Comunicação, da Criança, da Juventude, da Liturgia, do Dízimo, da Família, da Saúde, do Menor, Pastoral Missionária e Pastoral da Catequese, além de movimentos como a RCC, Focolari e Escoteiros, e serviços como o ECC e Banda de Música. Também conta com grupo de acólitos, o Apostolado da Oração e a Legião de Maria. Dentre os trabalhos sociais, destaca-se a Pastoral da Criança. Os Conselhos Pastoral e Administrativo, que se reúnem uma vez por mês, ajuda o Pároco na condução administrativa da Paróquia. A Paróquia recebeu visita pastoral do Arcebispo Dom Heitor em março de 1998.
Escudo da Paróquia - O escudo apresenta símbolos que marcam a tradição da fé e a história da cidade de Touros e da Paróquia do Bom Jesus dos Navegantes, criado pelo Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior em dezembro de 1999.O BARCO do Bom Jesus é o andor que tradicionalmente transporta o Divino Bom Jesus crucificado até a praia deste imenso mar que Touros tem.
O BARCO está sobre as ÁGUAS, em movimento, mostrando o movimento da caminhada Pastoral nos grupos pastorais, serviços e movimentos que se fortalecem na ROCHA “O TOURINHO” que é um conjunto de rochas negras que tem como nome geográfico “Falésia” situado na praia de Touros em visível lugar ao leste do nosso extenso litoral.
Conta-se que este belo conjunto rochoso nos presenteou batizando nossa cidade com seu nome (Touros) e mostra as seguintes versões:
1. Através da presença de Bois sobre as rochas vista pelos colonizadores Portugueses e daí teria surgido o nome “Touros”.
2. Através de uma homenagem dos colonizadores Fenícios que por aqui também vieram, pois sua capital (da Fenícia) chamava-se “Tiro” que derivado ou aportuguesado saiu o nome Touros.
3. Antigamente esta rocha apresentava o formato de um “Touro” e visto à distância pelos pescadores quando voltavam de seu trabalho (a pesca), em cima disto deram a este pequeno “povoado” o nome Touros, é esta a versão mais aceita pelos moradores e historiadores que aqui vem.
Esta pedra nos faz lembrar Jesus que confiou ao apóstolo Pedro a sua igreja, dizendo “Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja”.
O MARCO DE TOUROS Chanfrado aqui em Touros no ano de 1501 por ocasião do descobrimento do Brasil por Gaspar de Lemos, neste Marco está gravado a Cruz de Malta da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, e o Brasão do antigo Reinado Português. Por muitos séculos foi expressão de fé popular para os primeiros moradores de Touros. Hoje o MARCO está na Fortaleza dos Reis Magos em Natal sua réplica no Km 0 da BR 101 em Touros.
O FAROL como luz que ilumina toda a caminhada pastoral, tendo Cristo como luz que ilumina e nos convida à iluminar o mundo. “Vós sois a luz do mundo!” Este FAROL localizado na Ponta do Calcanhar “Esquina do Brasil” contendo 62 metros de altura e seus 298 degraus. Seu foco de luz chega a atingir 22 milhas náuticas o que corresponde a 132 km de distância ao longo do mar, iluminando aqueles que por ele navegam. Foi construído no ano de 1908 e passou por uma reforma no ano de 1945 após a 2ª Guerra Mundial e passou a servir também aos aviadores com seu formato de Tronco Piramidal. Assim como tantos se norteiam por este Farol, também nossa Paróquia deve se nortear pela luz de Cristo salvador. Todos estes símbolos: BARCO, ROCHA, ÁGUAS, FAROL, MARCO estão dentro de um círculo ondulado mostrando que na diversidade das pastorais, serviços e movimentos, todos formam um só rebanho, onde o Bom Jesus é o único Pastor que conduz a todas para o PAI.
NÚMERO DE VISITANTE:
CINEMA








