JESUS CRISTO

JESUS CRISTO
NOSSO SALVADOR
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

IGREJA EVANGÉLICA DO BETEL BRASILEIRO DE APODI

A igreja Igreja Evangélica do Betel Brasileiro em Apodi, foi fundada no dia 14 de março de 1987, por Maria da Salete Costa de Oliveira, Raimundo Souza de Oliveira, Marta da Costa e Silva Duarte, Mirian Costa de Oliveira, Marta Michelly Costa de Oliveira, Maria Patrícia Costa de Oliveira e Sara Lene da Costa e Silva Duarte.
Os primeiros cultos realizados no templo foram nos dias 14 e 15 de março de 1987, através dos seminaristas Eli Rodrigues e Tereza Luchesi. Nesse tempo a igreja já contava com treze membros e vinte e oito agregados. Sendo o primeiro batismo realizado no templo da Igreja Batista nesta cidade no dia 2 de agosto de 1987, pelos pastores: Severino Gomes da Silva e Josafá Ferreira dos Santos.
Em novembro de 1986, o pastor Severino Gomes da Silva, seguindo orientação do Instituto Bíblico Betel Brasileiro, fez sua primeira visita regional para averiguação da obra e confirmou que o Instituto Bíblico Betel Brasileiro assumiria a obra definitivamente no território apodiense. Em fevereiro de 1987 a seminarista Tereza Luchesi realizou um abençoado ministério de evangelização ganhando as primeiras almas para o reino de Deus. O primeiro ganho para Cristo foi Francisco Chagas, e com o desenvolvimento, foi necessário à solicitação ao Instituto Bíblico Betel Brasileiro de um obreiro com tempo integral.
Em entendimento entre a irmã Maria da Salete Costa Oliveira e missionária professora Lídia Almeida de Meneses, ficou determinado que o aluno provisionado Eli Rodrigues estaria visitando o campo em caráter de escala semanal dando assistência a esta obra, o qual ainda permanece recebendo a partir desta data a licenciatura ao pastorado da Igreja.
Nesses mais de 20 anos de atuação o Ministério Betelino em Apodi, desenvolveu um excelente trabalho na área sócio-educacional, com a fundação do Centro Social Beneficente George Marinho Costa, que manteve convênio com a Visão Mundial, atendendo a 200 crianças e adolescentes pelo sistema de apadrinhamento, tendo como país de apoio os Estados Unidos e a Escola Evangélica Betel, que atendeu a mais 800 alunos no período de janeiro de 1990 a dezembro de 2004, a referida escola foi mantida pela Visão Mundial e por um Convênio com a Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte.
Aos longos desses anos, passaram por este abençoado ministério diversos homens de Deus- Pastores, que deram continuaram o trabalho que começou no coração do Senhor. Poderíamos aqui mencionar alguns deles: Pr. Antonio Silva, Pr. Damião Pereira, Pr. Raimundo José Linhares, Pr. Saulo de Castro Batista e atualmente temos como líderes, o Pr. Agnaldo Lopes e a Mis. Ana Cláudia.
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

PADRE AMÉRICO SIMONETTI

ASSU - 21/12/1929 - MOSSORÓ,05/10/2009
PE. AMÉRICO SIMONETTI - HÁ 50 ANOS UM ARAUTO DA FÉ(PUBLICADO NO DIA 10.12.2006 - JORNAIS "O POTI" -CADERNO CIDADES PÁG.07 E "GAZETA DO OESTE " CADERNO CIDADES PÁGINA 08)


É motivo de júbilo, para todos que o conhecem, a passagem dos cinquenta anos de sacerdócio do Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, assuense, filho do professor Alfredo Simonetti e de Dª.Maria Augusta de Sá Leitão Simonetti, ele, nascido em 21.12.1929. Desde os 10 anos de idade, já órfão de pai, havia recebido de ambos a prática da religiosidade, sendo irmão de um outro sacerdote, o Pe. Alfredo, e de uma freira do amor divino, Irmã Angelina, ambos já falecidos. São igualmente religiosos praticantes os seus outros irmãos José Nazareno, Salete e João Batista. Ingressou no Seminário de Santa Terezinha, em Mossoró, posteriormente cursando Teologia e Filosofia, no Seminário Central de São Leopoldo - RS. Ordenou-se e celebrou sua primeira missa, em sua terra natal, em 02.12.1956, assumindo o serviço catequético da Paróquia, no auxílio ao saudoso Monsenhor Júlio Alves Bezerra, tendo impressionado, de logo, ao bispo da época, Dom Elizeu Simões Mendes.Com a sua transferência para Mossoró, no início do ano de 1962, e já se vão 44 anos, traz consigo, como bandeira de trabalho, a instalação de uma emissora de rádio católica para dar propagação à mensagem da igreja, até então levada através dos púlpitos dos altares e das amplificadoras de som, estas últimas já no desuso em cidades de médio e grande portes. Como estudante do Colégio Diocesano Santa Luzia, acompanhei a sua destemida luta, sendo eu próprio escalado por Padre Sátiro Dantas, diretor do Colégio e outro grande nome do clero no Estado, para, no âmbito estudantil, ajudá-lo. Principalmente no que diz respeito à aliança de recursos financeiros que tornassem viável a consecução do projeto. Afora as ajudas individuais das paróquias e fiéis, Padre Américo contou, apenas, com o sorriso carinhoso e santo de Dom Gentil Diniz Barreto, bispo diocesano, que passou a gostar da novidade, mas serenamente lhe parecia de difícil alcance. Desde a criação da Diocese, em 28.07.1934, aparecia então a melhor ideia para difundir a fé.Padre Américo, depois de uma hercúlea faina só possível aos de fé, testemunhou em 02.04.1963, como seu diretor superintendente, a Rádio Rural de Mossoró ser inaugurada pela mais alta autoridade da nação - o presidente da República João Belchior Marques Goulart. Passou este veículo de comunicação a realizar uma inaudita colaboração de evangelização e alfabetização, de Macau a São Miguel e Pau dos Ferros, de Alexandria a Aracati-CE, preenchendo uma lacuna no Movimento de Educação de Base - MEB , criando programas de informação, de religiosidade e de entretenimento. Bastaria a Rural para justificar o seu testemunho pela doutrina. E se nos falta hoje o santo Dom Gentil, já no convívio dos céus, vivos estão Euclides Moraes, François Paiva, Emery Costa, Seu Mané, Donato de Castro, José Nilson Rodrigues, Neuza Medeiros, Zilda Gê, além de, em nome da própria Sé, Padre Sátiro e o bispo emérito Dom José Freire, para citar alguns dos que o acompanharam na grande batalha.Com o surgimento dos Secretariados Diocesanos, de sua lavra, surge o trabalho de Cáritas, conduzindo a missão de atender com alimentos os alojados no numeroso bloco da exclusão social, já nos anos sessenta, distante ainda do advento do atual bolsa-família, levando-lhes, à frente de tudo, a palavra de Deus. A criação do Clube da Juventude, no anexo do Santuário do Coração de Jesus, onde hoje funciona a Cúria Diocesana, para encaminhar os mais jovens na larga estrada preconizada pelo Pai, foi outro notável serviço do seu ministério. Como vigário geral da Diocese, e como pároco de Santa Luzia, substituindo ao inesquecível catarinense - culto e profundo na religião - Monsenhor Huberto Brunning, a quem a cidade tanto ficou devendo, Padre Américo se houve com dinamismo e sem fadiga, continuando a dar brilho e encantamento à festa da nossa excelsa padroeira, virgem, mártir e heroína. Testemunhei, em algumas oportunidades, ele num mesmo dia celebrar missas em Itaú e Areia Branca, depois de fazer o seu "Comentário da Rural" e despachar assuntos inadiáveis na Cúria, sendo um incansável, obstinado em tudo que diz respeito à Igreja, até como motorista do carro que o conduzia para tantos eventos e compromissos religiosos.Na casa dos meus pais, ainda na minha juventude, foi uma presença marcante. Sempre disponível, principalmente nas nossas horas mais difíceis, como na morte prematura e trágica de um irmão meu, no vigor dos 17 anos de idade, no grave e penoso acidente de uma irmã, menina nos seus 14 anos, na angústia torturante da funesta doença e, posterior, morte dos nossos ascendentes, Padre Américo nos ajudou com uma palavra firme de fé, atenuando o nosso sofrimento e nos remetendo à resignação. A ele recorri várias vezes, uma delas para ministrar o meu matrimônio com Niná, sua conterrânea, amiga e admiradora, e no batismo do neto-filho Pedro Henrique, e o sacerdote sempre disposto a me reassentar. Eu, que desde a primeira comunhão em 1953 - sou católico fervoroso e praticante. Conheço outros exemplos, onde ele exerceu o mesmo ofício em centenas de lares. Padre Américo era, e continua sendo, a igreja presente na casa do cristão.O seu desprendimento pelos valores materiais é inconteste. A sua prática não indica qualquer contradita a minha assertiva. Em 1968 foi um dos luminares que deu a sua rica biografia para, como docente no Curso de Letras, criar a Universidade Regional do Rio Grande do Norte, tendo, em algumas oportunidades, o seu nome cotado para ser reitor, e até lançado pelo povo pobre, forte candidato a prefeito municipal, nunca tendo aceito tais nobrezas. Tanto assim que, passados alguns anos, deixou a cátedra e o salário (hoje aposentadoria) que tanta falta lhe faz na velhice, precisando da atenção de um irmão sanguíneo para ter uma modesta casa onde, futuramente, venha a descansar. A Deus e aos homens ele sempre servirá.No evangelho - João 12.24.26 - encontramos Jesus dizendo "Quem se apega a sua vida, perde-a; mas quem não se apega a sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna". Monsenhor Américo Vespúcio Simonetti, com os possíveis defeitos que lhe queiram atribuir, - pois ele é humano - guardou a sua vida para a eternidade. Há 50 anos é um arauto da fé.

Padre Américo faleceu na cidade de Mossoró no dia 5 de outubro de 2009, segunda feira

sábado, 29 de agosto de 2009

ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA CARIDADE E LUZ

Fundada em 23 de Julho de 1997 Inscrita no CNPJ sob o nº 05.039.739/0001-20, Reconhecida de utilidade publica em tres nives,no dia 23/05/2002,foi Reconhecida como de Utilidade Publica Municipal pela Lei de Nº 004/2002 e dia 21/07/2004 Pela Lei Estadual de Nº 8536/2004 e no dia 13/12/2005,Foi Reconhecida como de Utilidade Pública Federal e Publicada no Diário Oficial da União no dia 16/12/2005. Fica localizada na Rua Bom Jesus, na cidade de Severiano Melo

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

JESUS,SANTA LUZIA,DEUS E SÃO JOÃO

JESUS CRISTO

JESUS CRISTO
NOSSA ESPERANÇA DE DIAS MELHORES
NOSSA SANTA
NOSSA SANTA
SANTA LUZIA
SANTA LUZIA
A PADROEIRA DE MOSSORÓ E OESTE POTIGUAR

SÃO JOÃO
SÃO JOÃO


FAMÍLIA SAGRADA - JESUS, MARIA E JOSÉ

FAMÍLIA SAGRADA - JESUS, MARIA E JOSÉ
PADROEIRO DE TENENTE ANANIAS

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PARÓQUIA DE TOUROS - RN













A Matriz que ainda conserva o estilo colonial, foi construída em 1798, por Manoel Dias de Assunção, que fez doação do patrimônio.

Paróquia criada pela Resolução da Assembléia Geral Legislativa de 5 de setembro de 1832, com o nome de Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Navegantes do Porto de Touros, desmembrada da Paróquia de São Miguel de Extremoz, tendo padroeiro o Sr. Bom Jesus dos Navegantes. A Paróquia tem uma área geográfica extensa, englobando os municípios de Touros, Pureza e São Miguel do Gostoso, com aproximadamente 45 mil paroquianos. Ao todo são: a Matriz, construída entre 1798 e 1800 e 60 capelas. Já passaram pela paróquia 62 padres. O primeiro pároco foi o Pe. José Ignácio de Brito, e o atual é o Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior. A Paróquia é animada pelas pastorais da Comunicação, da Criança, da Juventude, da Liturgia, do Dízimo, da Família, da Saúde, do Menor, Pastoral Missionária e Pastoral da Catequese, além de movimentos como a RCC, Focolari e Escoteiros, e serviços como o ECC e Banda de Música. Também conta com grupo de acólitos, o Apostolado da Oração e a Legião de Maria. Dentre os trabalhos sociais, destaca-se a Pastoral da Criança. Os Conselhos Pastoral e Administrativo, que se reúnem uma vez por mês, ajuda o Pároco na condução administrativa da Paróquia. A Paróquia recebeu visita pastoral do Arcebispo Dom Heitor em março de 1998.

Escudo da Paróquia - O escudo apresenta símbolos que marcam a tradição da fé e a história da cidade de Touros e da Paróquia do Bom Jesus dos Navegantes, criado pelo Pe. Bianor Francisco de Lima Júnior em dezembro de 1999.
O BARCO do Bom Jesus é o andor que tradicionalmente transporta o Divino Bom Jesus crucificado até a praia deste imenso mar que Touros tem.
O BARCO está sobre as ÁGUAS, em movimento, mostrando o movimento da caminhada Pastoral nos grupos pastorais, serviços e movimentos que se fortalecem na ROCHA “O TOURINHO” que é um conjunto de rochas negras que tem como nome geográfico “Falésia” situado na praia de Touros em visível lugar ao leste do nosso extenso litoral.
Conta-se que este belo conjunto rochoso nos presenteou batizando nossa cidade com seu nome (Touros) e mostra as seguintes versões:
1. Através da presença de Bois sobre as rochas vista pelos colonizadores Portugueses e daí teria surgido o nome “Touros”.
2. Através de uma homenagem dos colonizadores Fenícios que por aqui também vieram, pois sua capital (da Fenícia) chamava-se “Tiro” que derivado ou aportuguesado saiu o nome Touros.
3. Antigamente esta rocha apresentava o formato de um “Touro” e visto à distância pelos pescadores quando voltavam de seu trabalho (a pesca), em cima disto deram a este pequeno “povoado” o nome Touros, é esta a versão mais aceita pelos moradores e historiadores que aqui vem.
Esta pedra nos faz lembrar Jesus que confiou ao apóstolo Pedro a sua igreja, dizendo “Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja”.
O MARCO DE TOUROS Chanfrado aqui em Touros no ano de 1501 por ocasião do descobrimento do Brasil por Gaspar de Lemos, neste Marco está gravado a Cruz de Malta da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, e o Brasão do antigo Reinado Português. Por muitos séculos foi expressão de fé popular para os primeiros moradores de Touros. Hoje o MARCO está na Fortaleza dos Reis Magos em Natal sua réplica no Km 0 da BR 101 em Touros.
O FAROL como luz que ilumina toda a caminhada pastoral, tendo Cristo como luz que ilumina e nos convida à iluminar o mundo. “Vós sois a luz do mundo!” Este FAROL localizado na Ponta do Calcanhar “Esquina do Brasil” contendo 62 metros de altura e seus 298 degraus. Seu foco de luz chega a atingir 22 milhas náuticas o que corresponde a 132 km de distância ao longo do mar, iluminando aqueles que por ele navegam. Foi construído no ano de 1908 e passou por uma reforma no ano de 1945 após a 2ª Guerra Mundial e passou a servir também aos aviadores com seu formato de Tronco Piramidal. Assim como tantos se norteiam por este Farol, também nossa Paróquia deve se nortear pela luz de Cristo salvador. Todos estes símbolos: BARCO, ROCHA, ÁGUAS, FAROL, MARCO estão dentro de um círculo ondulado mostrando que na diversidade das pastorais, serviços e movimentos, todos formam um só rebanho, onde o Bom Jesus é o único Pastor que conduz a todas para o PAI.

PARÓQUIA DO CORAÇÃO DE JESUS - NATAL

Fundada no dia 13 de janeiro de 1963 a paróquia do Sagrado Coração de Jesus passava a ser a oitava casa Redentorista do nordeste. A criação se deu decorrente de estímulos provenientes do Pe. G. Tiago Clom então secretário da C.R.B., tendo como padres fundadores: João Afonso Sterke e Bento Dashorst, sendo o Arcebispo de Natal na época Bom Eugênio Sales.

Instaurada no bairro de Morro Branco foi considerada uma área pastoral compreendendo toda a zona sul da cidade; apresentando como limites a Av. Salgado Filho e no outro extremo a praia de Pirangi. Desmembraram-se da paróquia do SCJ as comunidades de São João Batista (Lagoa Seca), Santo Afonso (Mirassol) e Nossa Senhora da Candelária (Candelária) de modo que a primeira ficou sob orientação espiritual da paróquia durante 25 anos. No ano de 1965 iniciou-se a construção da Igreja Matriz, hoje situada a Av. Antonio Basílio, no bairro de Morro Branco.

Durante os anos 70–94 a paróquia cresceu de forma considerável, esse aumento populacional se deu devido ao surgimento da cidade universitária. O crescimento foi acompanhado pela construção de capelas pertencentes à paróquia em outros bairros. Atualmente a população estimada da paróquia é de 25 mil habitantes, tendo as seguintes capelas e comunidades: Nossa senhora da Imaculada Conceição (Potilândia), Santo Antônio (Lagoa Nova), São Geraldo ( Nova Descoberta), Nossa Senhora das Vitórias (Potiguar), Matriz do Sagrado Coração de Jesus (Morro Branco) e Casa da Criança (Nossa Senhora das Graças) atualmente administrada pelas irmãs da caridade, e assitida pelo Monsenhor Geraldo Ribeiro de Almeida.

Desde o ano de sua criação até os dias atuais passaram pela administração da paróquia os seguintes párocos:

- Pe. Bento Dashorst, C.Ss.R. ( 1963)
- Pe. João Afonso Sterke, C.Ss.R. (1963/1964)
- Pe. Alexandre Sprakel, C.Ss.R. (1964/1967)
- Pe. Adriano Backx, C.Ss.R. (1967)
- Pe. Geraldo Pennock, C.Ss.R. (1967/1968)
- PE. Gerard Hubert Pio Hansgens, C.Ss.R. (1968 até 2003)
- PE. Gerson Aparecido dos Santos, C.Ss.R. (2003 até 2006)
- PE. Eugênio Alexandre Gomes de Sousa, C.Ss.R. (desde 29/01/2006)

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